Bons Sons 2026: a aldeia que resiste voltou a abrir as portas

As imagens dos 20 anos do festival com música, comunidade e novas geografias, por Pedro Alves e Joana Carneiro.

O Bons Sons 2026 regressou a Cem Soldos até 9 de agosto, numa edição comemorativa dos 20 anos que assume a resistência como expressão da força de uma comunidade que, há duas décadas, transforma a aldeia num dos recintos culturais mais singulares do país. A programação reúne mais de 50 atuações distribuídas por 11 palcos, cruzando música, cinema, artes performativas e projetos comunitários. 

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Domingo no Bons Sons reúne uma seleção forte de projetos que espelham a diversidade da música portuguesa, com concertos espalhados pelos vários palcos da aldeia. O dia abre com o Cancioneiro de Benfica, seguido de Cortada, Iuri Oliveira, Romeu Bairos, A Sul, La Família Gitana e Máximo. Ao início da noite, chegam nomes de maior projeção como Rita Redshoes, antes de a programação avançar para propostas mais intensas como Cremalheira do Apocalipse, MXGPU e Seara, terminando já de madrugada com o Baile Festeiro. É um fecho de festival marcado pela mistura entre tradição, eletrónica, fusões contemporâneas e celebração comunitária.

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