A cobertura jornalística assegura que cada edição da Festa dos Tabuleiros se transforma em documento histórico, e Isabel Miliciano, diretora de O Templário, recorda como era a celebração há três décadas.
A Festa dos Tabuleiros vive da participação popular, mas também da forma como é narrada e registada. A imprensa escrita tem desempenhado um papel decisivo na preservação da memória futura, garantindo que os rituais, os protagonistas e os detalhes de cada edição não se perdem no tempo. Os jornais locais e regionais, em particular, funcionam como arquivo vivo, permitindo que a Festa seja estudada, comparada e celebrada em diferentes gerações.
Na entrevista concedida à TTV, Isabel Miliciano, diretora do jornal O Templário, sublinhou essa importância. Recordou como era a Festa há 30 anos, quando a cobertura dependia sobretudo da fotografia analógica e dos relatos impressos, sem pressa das redes sociais ou das transmissões digitais. Nessa época, cada edição do jornal tornava‑se peça de arquivo, guardada por famílias e instituições, e era através dessas páginas que se perpetuava a memória coletiva.
