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Médio Tejo com um dos rácios mais baixos de médicos por habitante no país
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Médio Tejo com um dos rácios mais baixos de médicos por habitante no país

segundo um estudo recente da Entidade Reguladora da Saúde, com base em dados de 2025.

Região apresenta um dos cenários mais críticos do país, com falhas nos tempos de resposta e desequilíbrio entre médicos e enfermeiros.

A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo, que integra os hospitais de Tomar, Torres Novas e Abrantes, apresenta um dos níveis mais baixos de médicos por mil habitantes no país, com apenas 0,49. Este valor corresponde a um médico para cerca de dois mil habitantes e é considerado pela Entidade Reguladora da Saúde como uma das situações mais críticas.

 

O rácio entre enfermeiros e médicos também revela desequilíbrios. A média nacional é de 2,38 enfermeiros por médico, enquanto na ULS do Médio Tejo o valor sobe para 3,67, evidenciando falta de médicos face ao número de enfermeiros.

 

Relativamente aos Tempos Máximos de Resposta Garantidos, o incumprimento nacional variou entre 1,7 por cento e 42,5 por cento nas cirurgias programadas, e entre 18,3 por cento e 70,5 por cento nas primeiras consultas hospitalares. No Médio Tejo, as cirurgias ultrapassaram o limite em 2,8 por cento e as consultas em 55,7 por cento.

Dados da ULS do Médio Tejo:


Hospitais de Tomar, Torres Novas e Abrantes: 836 enfermeiros e 554 médicos


Cuidados de saúde primários (64 unidades): 138 enfermeiros e 86 médicos


Rácios por mil habitantes: 0,49 médicos e 0,79 enfermeiros

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